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terça-feira, 16 de julho de 2013

Dynasty Warriors 5 Emprires - um game viciante

  Fala galerinha insana, tudo beleza? Eu ultimamente estou jogando Dynasty Warriors 5 Empires, não é um jogo conhecido no Brasil, poucas pessoas o conhece, mas quem o joga vicia.

  Bom galera, eu conheci esse game pelo meus primos, até então nunca tinha ouvido falar, mas desde a primeira vez que eu joguei e já viciei nesse game insano, quando cheguei em casa eu já estava louco pra comprar ele. Eu tenho esse game desde 2008, mas ele foi lançado em 2005 pela Koei para o Playstation 2, Xbox e PC, mas ele fez tanto sucesso que foi relançado para Xbox 360 e para PC somente com os gráficos melhorados, não sei quando foi relançado, só sei esse game é bom demais rsrs.
  Eu sempre jogo e dou uma parada, depois volto a jogar de novo e mais uma vez eu vicio, que foi o que aconteceu de novo rsrs. Mais não tem como você não viciar, você pode criar seu personagem ou escolher algum personagem do game, eu particularmente prefiro criar. Tem como você jogar no modo história que é o Empire Mode, a história é bem simples, você é general do seu exercito e tem que derrotar os outros generais e assim se tornando cada vez mais forte e mais poderoso. E o outro modo é o Free Mode, que é apenas você dominar um território ou defende-lo. Mais o que eu mais gosto é jogar no multiplayer, é um dos jogos mais da hora pra jogar com seus amigos.
  Galera não tenho muita coisa pra falar então eu vou deixar aqui alguns videos para vocês verem.




  Galera resolvi colocar o trailer e um gameplay só para vocês terem mais ou menos uma noção do jogo. E  é isso ai galera espero que vocês tenham gostado. Vlw ;)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Left 4 Dead - um game insano

  Fala galera insana, hoje irei falar para vocês a minha experiencia com Left 4 Dead. Apesar de ele ser um pouco antigo, lançado em 2008, mas por incrível que pareça eu só fui jogar ele esses dias, quem me indicou  ele foi o Acarde, ele tinha o game e me emprestou, eu gostei demais, achei espetacular esse game. Então chega de enrolação e vamos falar do jogo, eu vou falar um pouco do jogo e depois irei falar a minha experiencia com ele.

  Bom, Left 4 Dead é um game de survival horror, o game é em primeira pessoa, o tornando um FPS. Como eu já tinha dito ali em cima, foi lançado em 2008 pela Valve, e está disponível somente para PC e Xbox 360.
Eu estava pesquisando sobre ele e descobrir que Left 4 Dead foi considerado por muitos o game mais esperado no ano de 2008. Enfim, em Left 4 Dead tem quatro personagens principais, Bill o veizin do charuto, Louis o neguinho rico, Francis o bombado tatuado, e Zoey a gostosa rsrs. Bom, Left 4 Dead é um game multiplayer, tanto no PC ou no Xbox você pode jogar online ou offline, existem quatro campanhas e cada uma tem 5 fases, você pode escolher os personagens ou aleatoriamente.

  Agora eu vou falar um pouco da minha experiencia com game.
  Bom, como eu já tinha dito, eu gostei demais desse game, realmente é muito bom. Eu joguei e zerei todas as campanhas. A primeira vez que eu joguei, já apaixonei com o game, só aquele trailer de entrada já fiquei louco, e realmente Left 4 Dead é doido, principalmente quando você ainda é noob e vem aquela horda de zumbis correndo e você começa a atirar para todos os lados e fica desesperado com aquele tanto de zumbi. Bom, pelo menos comigo foi assim.
  E o da hora é que tem alguns zumbis diferentes, como o Hunter que é aquele maloqueiro da toquinha que fica pulando igual uma gazela, o Smoke que tem aquela língua maldita dos inferno que te puxa, o Boomer que é aquele gordinho que explodi e vomita em você, e o foda é que quando ele explodi em você ou vomita, vem aquela porrada de zumbi, ou gordo só faz gordisse viu rsrs. Esses são mais comuns e agente vê eles quase o tempo todo, agora quando você encontra a Witch ou o Tank, mano atira e sai correndo, a Witch fica sempre em algum lugar chorando, e da pra ouvir o choro dela de longe, eu recomendo nem perturbar ela, mano uma porrada que ela te da você já cai, e ela começa a te bater igual louco, a probabilidade de você morrer é muita. O Tank pode aparecer em qualquer hora e na ultima fase ele aparece 3 vezes, se perceber que o chão está tremendo, pode ficar preparado que ele está chegando.
  O que eu mais curti nesse game foi a adrenalina que ele te da, você fica ligado o game inteiro, pois qualquer hora pode aparecer uma horda de zumbis ou algum zumbi motherfucker rsrs.
  Vou deixar aqui o trailer que eu falei pra vocês que eu curti muito. Vê ai galera...


  Bom galera é isso ai, espero que vocês tenham gostado, Left 4 Dead é muito bom, eu particularmente gostei demais, acredito que a maioria de vocês conhece esse jogo, pois é muito conhecido, eu conhecia somente por nome, mais nunca tinha parado para jogar, e é isso ai galera. Vlw ;)


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Megaman X - último jogo que zerei

  Fala galera, como o título já diz, hoje irei falar sobre o game que estava jogando e zerei Megaman X.

  Então galera como vocês devem saber, Megaman X é um game de Super Nintendo, que é uns dos consoles que eu mais gosto. Estava com muita saudade de jogar Super Nintendo, então resolvi "voltar a infância" e jogar um pouco de Megaman X. Acabou que eu mais uma vez viciei nesse game insano.
  O bacana de Megaman X é que agora ele está mais velho e seu nome agora é X (por isso o nome do game Megaman X), ele faz parte de uma nova geração de super robôs e ele tem agora como seu companheiro o fodástico Zero. E juntos eles tem que destruir seu inimigo Sigma, que também faz parte da nova geração de robôs. X percebe que não é forte o suficiente para poder destruir-lo, então ele tem que derrotar seus inimigos para ficar mais forte.

  Não vou falar da história pois não é o objetivo deste post, mas prometo que depois que eu zerar todos eu irei fazer um post sobre a história de Megaman X, ao todo são 9 Megaman X.
  Enfim, Megaman X é um game muito bom, mais ao mesmo tempo, é extremamente difícil, até que os chefões não são muito difíceis, mas quando chega nas últimas fases, quando agente tem que enfrentar o Sigma, cara é difícil caraaaamba, muitos não conseguiram zerar por isso, o nível de dificuldade é muito grande, e quando você morre no chefão, você tem que voltar a fase inteira, e quando chega a parte de enfrentar o Sigma, você tem que lutar com o cachorro dele, depois com ele, e depois com um robô gigante que pega a cabeça de Sigma, e isso tudo com apenas 2 box de life, que nos permite recuperar todo o life, realmente é extremamente difícil. Infelizmente muitos acabam desistindo de zerar por causa disso, que não foi o meu caso meus queridos padawans, eu conseguir zerar, afinal não é atoa que eu sou o Yoda o mestre dos games rsrsrs. Cara minha felicidade nesse momento foi extrema, é tão difícil que quando você consegui matar ele, você fica até aliviado, realmente é tensão total.

  É isso galera, joguem Megaman X, vocês não vão se arrepender, caso vocês não tem o Super Nintendo ou o Cartucho do Megaman X, tem um jogo para PS2 que é um emulador de Super Nintendo, vocês vão encontrar lá, ou então baixem e joguem, vocês não irão se arrepender, vale muito a pena jogar ;) . Vlw



quarta-feira, 19 de junho de 2013

Veja 15 minutos de gameplay de Batman: Arkham Origins

Fala galera suave? estava nevegando na net e achei uma noticia que nao pude  dexar de comenta sobre ela .
A noticia se trata de um jogo muito conhecido que e o Batman: Arkham original.
Bom nao tenho muito oque falar tenho e que mostrar apresie o poste abaixo.




















Confira agora 15 minutos de gameplay da nova aventura do homem-morcego com este novo vídeo de Batman: Arkham Origins, direto da E3.
Nós acompanhamos Batman: Arkham Origins desde os primeiros anúncios e trailers, como aquela fantástica CG que surgiu há algumas semanas, e agora poderemos conferir mais de 15 minutos do jogo em ação, graças ao pessoal ligado na E3:
Vários recursos do game estão sendo apresentados durante a feira, como o sistema que permite o cavaleiro das trevas monitorar “crimes em andamento” e uma maior variedade de eventos acontecendo no mapa aberto do jogo.
Batman: Arkham Origins será lançado em 25 de outubro para PC, Playstation 3,XBOX 360 e WiiU.


sábado, 15 de junho de 2013

Zombies don`t Run O apocalipse zumbi vai invadir a tela do seu computador mais uma vez

Faaala galera, beleza? Se você curte games de zumbis você vai gosta de Zombies Don't Run. O game é muito divertido. Bom pelo menos eu achei. Você controla um personagem com um taco de baseball na mão e enquanto você corre você tem que desviar dos zumbis e pular obstáculos que esta em seu caminho. É muito maneiro o jogo, espero que vocês também gostem.
Ser rápido é questão vida ou morte no Zombies don`t Run. No jogo, você controla um sobrevivente do apocalipse zumbi que corre pelas ruas da cidade tentando encontrar um abrigo para se proteger.
Como os comedores de cérebro não conseguem correr, ficar parado não é uma opção no game. Além de fugir dos mortos-vivos o personagem precisará de muita habilidade para pular e desviar dos obstáculos que aparecem ao longo do trajeto. A única arma disponível é um taco de baseball para você arremessar os monstros para bem longe.

Direcionam o personagem pelo cenário
Pula
Desliza
Ataca os zumbis

Clica aqui para jogar

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Plants vs. Zombies Análise /Novidades Plants vs. Zombies 2

Fala galera suave? No poste de hoje irei trazer para vocês um jogo muito cabuloso que chama Plants vs. Zombies bom o jogo se trata de um exercito de zumbis que começam a atacar sua casa salve seus miolos nesse jogo de estrategia e acao em português usando o seu arsenal de plantas para defender a sua casa. Imagino que vocês devem estar perguntando ``como protege-las``? E apenas colocar as plantas que atiram melões detrustivos e bomba de cereja elas irão atacar os zumbis no máximo que elas podem. Você precisa pensar rápido, e plantar ainda mais rápido, para deter os diferentes tipos de zumbis. Obstáculos como um sol, neblina rasteira e uma piscina acrescentarão a este desafio e vão garantir diversão sem parar para todas as idades!

Estava procurando mais novidades para esse poste e achi um dos conhecidos ``chefões`` dese jogo de uma olhada para vocês fraguarem.




Novidades

Plants vs. Zombies 2 será free-to-play, veja o novo trailer e data de 

Plants vs. Zombies 2: It’s About Time ganhou um belo trailer em CG confirmando sua data de lançamento. Confira aqui e saiba como vai ser o esquema free-to-play do game!
O improvável herói Crazy Dave está de volta com um exército de plantas para defender seu jardim (e o mundo) de uma invasão de zumbis em Plants vs Zombies 2: It’s About Time, que teve a data de lançamento confirmada com este divertido trailer:



A novidade é que Plants vs Zombies 2 será lançado como um título free-to-play. Qualquer jogador terá acesso à todas as fases do jogo sem precisar pagar. Além disso, a PopCap está se programando para lançar bastante conteúdo adicional ao game.
Como sabemos que esse lance de free-to-play não pode ser levado ao pé da letra, a distribuidora EA já anunciou que adicionais serão vendidos por grana real – incluindoupgrades e outros itens.
Plants vs Zombies 2: It’s About Time será lançado dia 18 de julho, para iPad,iPod Touch e iPhone


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terça-feira, 4 de junho de 2013

DotA2 vale a pena jogar

  Fala galera insana, hoje irei falar sobre jogo que estava jogando, é um jogo muito bom e viciante, DotA 2.



   Então galera, como vocês já sabem DotA 2 é a sequência do jogo Defense of the Ancients, mod desenvolvido sobre a matriz de Warcraft III. Embora seu antecessor tenha sido desenvolvido de forma amadora, DotA 2 foi acolhido pela Valve.
  O jogo é baseado em partidas multiplayer online, com o objetivo primário de cada partida sendo destruir a base do oponente. Cada jogador controla um personagem, chamado de "herói", o qual participa dos combates que geralmente acontecem ao longo das três "lanes", pistas que conectam as duas bases, protegidas por torres defensivas. Os heróis iniciam no nível 1, podendo chegar até o nível 25, quanto maior o nível do herói maior sua força e maior o número de mágicas eles são habilitados a utilizar. Os elementos do jogo são amplamente incorporados do original DotA, com seu desenvolvedor, "IceFrog", sendo o atual e mais antigo desenvolvedor deste mod de Warcraft III.
  Dota começou como uma modificação para Warcraft 3 e cresceu em um dos jogos mais jogados online do mundo. Seguindo a tradição de Counter-Strike, Day of Defeat, Team Fortress, Portal e Alien Swarm. DotA 2 é o resultado da Valve contratar os desenvolvedores da comunidade que construíram o mod e dando-lhes a oportunidade de finalmente construir um produto completo de sua ideia com a ajuda de uma equipe profissional de desenvolvedores e artistas de Valve.
  Assim como seu antecessor, DotA 2 traz novos elementos estratégicos associados à fantasia clássica de Warcraft. O jogo traz batalhas entre equipes, nas quais cada um a deve destruir os “ancestrais”.
  Então galera, DotA 2 é um game muito bom, particularmente é um dos melhores games que eu já joguei, e espero que vocês gostem também.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

La-Mulana

Vocês devem já ter jogado, ou ate mesmo ouviu fala a respeito desse jogo "LA-MULANA" é um jogo de ação e plataforma com aventura ao estilo Indiana Jones na exploração das ruínas de uma velha civilização que pode ser o berço de todas as culturas e crenças. O título é geralmente comparado com Castlevania e Metroid por sua jogabilidade.

Procurei para baixar a nova Versão conhecido como "La Mulana Remake" não encontrei só aversão antiga de 8Bits

A versão original possuía gráficos limitados a 16 bits, contudo a versão para Wii recebeu uma grande melhoria em gráficos e sons. Já a jogabilidade mantém a proposta de oferecer algo realmente desafiador, incluindo a utilização de diferentes itens para tornar a experiência mais envolvente.
Para PC, o título é gratuito e faz uma grande série de referências à plataforma MSX. Uma das melhores é o personagem principal utilizar um MSX portátil que serve para coletar arquivos durante a jornada, os quais proveem diversos efeitos especiais quando são combinados.

Bom o jogo, não deixa de ser bastante divertido e claro também, muito bizarro Cheio de petra gramas Rostos bizarros, deixarei algumas imagens abaixo ..





Vício em Gunbound Season 3

Fala galera, suave? Estava navegando na net e achei um video muito esparrado  e quis compartilhar com vocês Aqui no Blog, Para Quem Viu o Video
Deixo só  uma pergunta para vocês: Vocês sabem jogar Gunboud ?Rsrs







segunda-feira, 27 de maio de 2013

Dragon City - joguinhos de facebook também são bons.

  Fala galera insana, como vocês já sabem esse blog fala de todos os tipos de games e hoje irei falar sobre esse joguinho que está fazendo muito fama na maior rede social do mundo (Facebook), Dragon City.


  Então galera, esse jogo é muito jogado por crianças ou por pessoas que querem passar o tempo, e por incrível que pareça esse joguinho vicia, pois é como se fosse um jogo de mmorpg, quanto mais você vai upando mais você quer jogar, e o bacana é que você upa e upa seus dragões também.
  Esse joguinho é muito bacana porque você pode ter várias espécies de dragões como - Dragão de terra, chamas, mar, natureza, elétrico, gelo, metálico, sombras e o Fuck Yeah Dragão Legendário, e você pode fundir as espécies, criando uma nova raça. 
  Outra coisa é bem bacana também são as batalhas, você pode escolher 3 dragões e leva-los ao " Mundo dos Combates".

  É isso ai galera, se você quer passar o tempo, jogue Dragon City é um jogo bem bacana, eu recomendo para todos, e se você acha esse tipo de jogo ruim, fodas, não jogue kkkkk. Vlw 





sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cronica de um gamer - Crash o jogo que marcou minha infância

  Fala galera, hoje eu vou falar do jogo que eu mais gostei, foi o jogo que marcou a minha infância, Crash Bandicoot.























  Então galera, como eu não sou muito velho, na minha infância não joguei muito Super Nintendo, Mega Drive , entre outros. Mas felizmente, eu joguei muito Ps1, e o jogo que eu mais gostei foi Crash Bandicoot, e até hoje é o jogo que eu mais gosto. Praticamente minha infância foi Crash, e com certeza eu sempre irei gostar desse jogo insano.
  O primeiro que eu joguei foi o Crash CTR, no começo não gostei muito, até que então eu joguei Crash Bandicoot 2, ai sim eu apaixonei por esse game, pedi para meu pai comprar, e eu fiquei com a coleção de Crash para Ps1.
  O primeiro que eu zerei foi o Crash Bandicoot 3 Warped, jogava mais só porque eu gostava muito, depois que fui ficando mais velho, fui me interessando mais pela história, então zerei na ordem, zerei todos os 5 de Ps1 - Crash Bandicoot, Crash Bandicoot 2, Crash Bandicoot 3, Crash Team Racing e Crash Bash. Depois disso fiquei muito fã de Crash.
  Daí lançaram os games para Ps2 - Crash Bandicoot 4, Crash Twin Sanity, Crash Tag Team Racing, Crash Nitro Kart, Crash Of The Titans e Crash Mind Over Mutant. Zerei todos também.
  Eu prefiro os de Ps1, pois foram eles que marcaram minha infância, e posso dizer que eu comecei a ser um gamer depois de conhecer esse game insanamente insano.

                                                 
                                     

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Análise – O faroeste estiloso de Call of Juarez: Gunslinger (PC, Playstation 3, XBOX 360)


















Fala galera suave? Estava navegando na net e achei uma postagem muito  interessante sobre um jogo que eu gosto muito que se chama  Call of Juarez e agora foi  lançados uma nova versão desse jogo, irei  falar um poco sobre ele. se gostarem poste um comentário se não gostarem que Deus te abençoa

A série Call of Juarez retorna às origens com Gunslinger, sua mais recente sequência que traz de volta a poeira e o chumbo grosso do faroeste americano. Confira agora nossa análise deste estiloso shooter.

Produzido pela polonesa Techland, e distribuído pela Ubisoft, Call of Juarez: Gunslinger acaba de chegar às lojas virtuais. O game está disponível apenas na forma digital para PC, XBOX 360 e Playstation 3 através do Steam, XBOX Live e PSN, por R$ 29,99/1200 MS Points/U$ 15 .

Este novo título da franquia Call of Juarez coloca os jogadores no papel de Silas Greaves, um justiceiro e caçador de recompensas que cruza o caminho de personagens lendários do velho oeste americano em busca de vingança contra um malfeitor.

Durante o que parecia ser apenas uma pausa em suas andanças, o já “aposentado” Greaves chega à cidadezinha de Abilene, no Kansas, onde ele invariavelmente acaba sentado na mesa de um saloon, rodeado de ouvintes curiosos para conhecer suas histórias.

É baseado nesta prosa entre Silas e os frequentadores do bar que o game se desenrola: cada missão do jogo é um capítulo narrado pelo pistoleiro, desde as suas origens trágicas até o momento em que ele se torna um caçador de recompensas e as confusões em que ele se mete a partir de então.

Essa saga por justiça remonta à uma época clássica da história americana, em um país vasto onde o governo e os homens comuns dividiam involuntariamente a tarefa de cuidar da lei (ou desafiá-la). Em 99% dos casos, isso significava muito chumbo e tiroteios.

Como era de se esperar, as referências à cultura western são abundantes em Gunslinger. Durante sua caçada, o protagonista acaba enfrentando figuras icônicas do faroeste, como os bandidos Jesse James, Butch Cassidy e Sundance Kid, e vivenciando diversos eventos que marcavam aquela época, como roubos à trens em movimento, tiroteios em ranchos e assaltos a bancos.














Esta rica história é contada de forma extremamente estilosa. O jogo apresenta  gráficos cell-shaded à la Borderlands, com animações e cutscenes cartunizadas que lembram HQs. Tudo em Gunslinger tem um visual arrojado, desde o menu inicial até os créditos.

O game em si – um shooter em primeira pessoa -, faz jus a esse estilo: por breves instantes, o sangue cartunizado jorra em câmera lenta quando acertamos um tiro na testa do inimigo, acompanhado de um whoosh e do score que premia o disparo certeiro. Silas assopra a fumaça e gira o revólver, e o tiroteio continua, para mais momentos estilosos.

O som é ótimo, desde o recarregar das armas até os zunir das balas cortando o ar ao redor do protagonista. A música também acompanha muito bem a levada de Gunslinger, e chega a momentos acima da média em vários trechos do game.

A boa surpresa é a atuação dos dubladores do game. As vozes de Silas e seus ouvintes (que por sinal participam ativamente da narrativa) são muito bem interpretadas, dando vida ao sotaque ríspido e cheio de jargões do velho oeste.

Servindo de palco para tudo isso, os mapas trazem uma boa dose de capricho e até de variedade, afinal, nem só de desertos, saloons e cidades fantasma viviam os intrépidos aventureiros do meio-oeste americano: o game varia a ambientação e nos leva também à montanhas mais ao norte para lutar contra os pele-vermelhas e aos pântanos para confrontar bandidos fugitivos em cemitérios alagados.
















Talvez o único ponto realmente negativo na apresentação seja o design esquecível dos inimigos: os modelos dos bandidos são muito repetitivos e algumas de suas animações são fracas comparadas a games recentes.

Call of Juarez: Gunslinger tem basicamente a mesma jogabilidade de um shooter como Call of Duty: ele se resume a correr, mirar e atirar. Esconda-se atrás de barris, caixas e carroças, mate todos os inimigos e finalmente avance. O game é bem linear, e conta com os mesmos controles da grande maioria dos FPS atuais.

Para quebrar a repetitividade dessa fórmula, o game apresenta também um lado mais arcade. O jogador ganha pontos por acertar headshots, matar inimigos através de paredes de madeira ou explodir barris de pólvora, mandando todo mundo pelos ares.

Para completar, várias kills em sequência se encaixam em combos que tornam a experiência mais divertida.

Além deste sistema de pontuação – que não é necessariamente inovador, mas vem bem a calhar -, duas habilidades principais de Silas entram em jogo para tornar os tiroteios mais legais: a barra Concentration e o Sense of Death.

















O modo Concentration é basicamente um bullet time que permite a Silas escolher seus alvos com maior precisão: o jogo entra em slow motion e os inimigos ficam destacados, dando tempo para registrar belos combos. Também não é nenhuma grande novidade em shooters, mas funciona muito bem, simulando a destreza e rapidez no gatilho dos heróis de faroeste.

A segunda habilidade, Sense of Death, é um recurso salvador que permite que o protagonista literalmente desvie de uma bala se sua vida estiver em risco: o tempo fica mais lento, e um quick time event permite que o jogador se esquive do projétil durante a batalha.

Essa animação só acontece quando Silas está prestes a morrer, e leva um tempo para ela poder ser usada novamente. Isso leva os combates ao limite, sem estragar o equilíbrio de dificuldade do game.

Gunslinger traz ainda um excelente sistema de level up. Conforme o jogador ganha pontos, ele pode usá-los para comprar novas habilidades que melhoram tudo no personagem e nas armas.

















Existem três grupos de skills, cada uma voltada para um estilo de jogo diferente: Gunslinger (para os ‘desperados’ que curtem usar dois revólveres ao mesmo tempo), Ranger (para combates à distância) e Trapper (para tiroteios em ambientes fechados).

Cada uma dessas três especializações tem outras 14 habilidades únicas, o que nos deixa com um leque de 42 habilidades divertidas e úteis, e você pode ter todas elas se conseguir pontos suficientes, o que torna o jogo recompensador e abre novas possibilidades na hora dos tiroteios.

Os upgrades vão desde os tradicionais “recarregar a arma mais rápido” ou “aumentar a capacidade de munição”, até a chance de usar duas escopetas serradas ao mesmo tempo ou a habilidade de devolver a dinamite que os inimigos arremessam em você, para retaliações gloriosas no meio do fogo cruzado.

Os mapas e espaços onde os combates se desenrolam são, na maioria, bem desenhados: os cenários trazem ambientações legais inspiradas nos westerns, e oferecem desafios interessantes, como inimigos surgindo do alto de rochas e telhados, por exemplo.

O ponto negativo vai para alguns problemas de movimentação nesses mapas. Como o próprio Silas diz em um momento do game: “That goddamned swamp was a goddamned maze and I had no goddamned idea where I was”, ou “Aquele maldito pântano era um maldito labirinto e eu não fazia a maldita ideia de onde eu estava”, no nosso bom e velho português.
















No geral, não há problemas em encontrar o caminho durante as missões (até porque rotas alternativas praticamente não existem, e o game tem um sistema que indica o objetivo na tela), mas é possível se confundir entre o que pode ser explorado e o que não pode, e é aqui que entra o problema.

Obstáculos pequenos – e obviamente transponíveis – como caixas e rochas menores, podem bloquear a passagem do jogador que tentar improvisar um ponto estratégico durante os combates (um problema que, vale ressaltar, não é exclusivo de Call of Juarez: Gunslinger).

Estas barreiras às vezes são intencionais (para forçar o jogador a “andar na linha”), outras involuntárias, e em ambos os casos são frustrantes, mesmo sabendo-se que o objetivo do game não é a exploração.

Ao final de cada missão, Silas precisará enfrentar seus maiores inimigos em boss fights ou duelos. Os boss fights não são extraordinários, mas oferecem combates bastante desafiadores e divertidos.

Já nos duelos, o protagonista fica frente a frente com um rival para um legítimo showdown de vida ou morte. O sistema envolve manter a mira no desafiante sem deixar que ela oscile muito, enquanto se ajusta a mão que vai puxar o revólver (isso aumenta a velocidade na hora de sacar a arma e atirar).

















O conceito é bacana, mas na prática não é tão satisfatório como poderia se esperar, em parte porque a princípio o jogador precisa ficar de olho na interface, ao invés de se sentir realmente parte da situação tensa que o duelo representa.

Todas estas funções se amarram para que Gunslinger conte sua história, algo que ele consegue fazer de uma forma pouco comum, em se tratando de um gênero que geralmente deixa a trama em segundo plano para favorecer a ação.

O desenrolar da campanha é completamente focado na narrativa de Silas Greaves, e isso fica bem claro durante todo o game: a partir do momento em que o caçador de recompensas senta na mesa do saloon de Abilene e começa a contar sua saga aos presentes, o voice over do personagem passa a dominar cada cena.

Silas descreve suas ações na forma de um “meio monólogo, meio conversa”. As pessoas que estão no bar também participam da narração, se impressionando e às vezes até questionando a veracidade dos feitos narrados pelo pistoleiro.

O interessante é que a partir de um determinado momento, a narrativa literalmente toma conta do game: a história contada por Silas deixa de ser apenas uma explicação dos fatos e passa a interferir diretamente nas fases.


















O protagonista pode lembrar, enquanto conta a história, que havia uma ponte ao lado do desfiladeiro em que ele estava. Essa ponte literalmente se materializa no cenário, permitindo ao jogador prosseguir com a missão. Um recurso narrativo muito interessante – quando bem empregado.

Silas também tem um lado cômico, e por vezes confunde lenda com realidade causando situações autenticamente engraçadas in-game. Em um exemplo, Silas conta que estava cercado por dezenas de índios furiosos, colocando o jogador em uma situação bem complicada e o obrigando a se esconder atrás de uma pedra.

Um dos ouvintes pergunta se ele tinha certeza da quantidade de inimigos, o que faz Silas se lembrar de que na verdade eram apenas dois ou três.

Quando o jogador sai do abrigo, as dezenas de índios sumiram dando lugar para um ou outro inimigo mal armado. Também no velho-oeste existiam as “histórias de pescador”, e isso é explorado de maneira bem divertida no game.


















Apesar de dar um tom legal à narrativa em muitos momentos – e proporcionar boas risadas com essas sacadas -, o voice over interminável de Silas às vezes acaba exagerando na dose: tanta “falação” tende a desviar a atenção do jogador, e isso prejudica a concentração e a imersão nas missões, especialmente para quem precisa das legendas para acompanhar o que está rolando (o game tem legendas em português).

Isso se combina com alguns trechos que fazem o jogador voltar ao início da fase – porque o narrador se lembrou de novos detalhes – para quebrar um pouco o ritmo do game. De qualquer forma, fica o ponto positivo pelo fato do jogo desenvolver os personagens através apenas do diálogo, sem que nenhum deles (fora o próprio Silas) apareça in-game.

Para todo efeito, a história de Call of Juarez: Gunslinger, é descontraída e voltada à ação, deixando o melodrama de lado. Em determinado ponto da campanha, o game até tenta mostrar uma abordagem mais séria, mas o gelo é logo quebrado pelo fato do narrador começar a cantar (?!)… e ser rapidamente taxado como louco pelos ouvintes.

Ao término do rompante de vingança e caçadas de Silas, o game oferece um final interessante, bem amarrado com o roteiro, e até certo ponto surpreendente. Há inclusive duas opções de final, mas elas não envolvem progressão de escolhas ou algo do tipo, e estão ali apenas para mostrar lados diferentes da conclusão.

Terminada a campanha – que dura algo entre 5 e 8 horas dependendo da dificuldade -, Gunslinger mostra que ainda tem cartas na manga para aumentar a sua vida útil. Após zerar o game, é destravado o modo True West – mais desafiador -, e é possível recomeçar o singleplayer com todas as habilidades e armas liberadas na primeira jogatina.



















Além disso, o game conta com dois modos adicionais: Arcade e Duel Challenge. No modo Arcade, o jogador enfrenta hordas de inimigos prontos para virar peneiras e render scores e combos. É uma forma divertida e mais casual de voltar ao game e se passa em diferentes cenários.

É realmente uma pena que estes mapas não tenham um modo cooperativo, pois descer chumbo em malfeitores com um amigo é algo que funcionaria muito bem aqui.

O modo Duel Challenge, por sua vez, permite aos jogadores tentarem novamente os duelos da campanha contra os maiores vilões do jogo. Como explicamos, ele não é tão inspirador, mas este modo pode criar maior interesse nele, e quem sabe render divertidos desafios ao jogador que “pegar as manhas” do sistema.

Apesar de não ter nenhum tipo de multiplayer, Gunslinger conta com um sistema de leaderboards nos modos Arcade e Duel Challenge, para quem quiser comparar seu score e tentar chegar ao topo da lista. Na versão PC, o game conta ainda com suporte para controller através do Steam Big Picture, uma boa pedida para quem quer ter uma experiência de console na tela grande.

Call of Juarez: Gunslinger pode não ter a grandiosidade de um Red Dead Redemption, mas este não é seu objetivo. O game oferece uma história simples, contada de um jeito diferenciado, muitos bandidos para matar e uma boa dose de cultura western. Estes alvos ele acerta em cheio, e ainda assopra a fumaça e gira o revólver, para mostrar que tem estilo.







domingo, 19 de maio de 2013

Silent Hill: Downpour

Fala galera, hoje irei falar sobre um game muito insano, Silent Hill Downpour.



  Então galera, esse foi o último jogo que eu zerei, eu curti muito, mas, particularmente eu não fiquei com muito medo, afinal esse Silent Hill realmente não explorou muito essa área, mas não deixa de ser um jogo muito bom. O que eu gostei muito nesse jogo foram as buscas secundárias, que foram uns dos destaques desse jogo, pois Silent Hill Downpour foi o primeiro Silent Hill a ter esse tipo de missões. Há várias buscas secundárias e elas ficam por toda cidade. O que não gostei desse jogo foi a falta de terror e suspense, como vocês sabem, Silent Hill é famoso por ser um jogo que da muito
medo, mas infelizmente essa foi uma das minhas decepções desse game, esse Silent Hill ficou mais ação, não que não tenha terror e suspense, mas não como os anteriores.

  Galera, veja o trailer ai   :)



  É isso ai galera, espero que vocês tenham gostado da minha análise sobre esse jogo, que é um jogo muito bom, podem jogar que vocês vão gostar muito. Vlw


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Jogue os games da LucasArts no seu computador

Fala, insanos por games então o post de hoje estarei trazendo para vocês uma dica muito legal um pouco antiga ou melhor do més passado mas esta valendo assim mesmo, oque estarei trazendo pra vocês é um dica para galera que não pode jogar os Jogos antigos ou se preferir, "games clássicos" da lucasArts, como todo mundo sabe que, LucasArts, grande produtora de games clássicos, fechou as portas!.. infelizmente mas calma galera quem ainda não chegou a jogar, os games dessa produtora

poderar jogar com a ajuda de programas gratuitos, você pode rodar os games da LucasArts, jogos de DOS e muitos outros no seu computador com facilidade


Jogos antigos (ou se preferir, "games clássicos") sempre são comentados nas rodas de conversa de jogadores mais velhos. Eles são lembrados com carinho, pois, em uma época na qual não haviam efeitos 3D ou jogabilidades mirabolantes, as produtoras conseguiam criar jogos com grandes enredos, histórias épicas e uma diversão gigantesca. A dificuldade então, nem se compara com a atual: esses games eram muito mais difíceis, porque havia um limite de vidas que você podia perder ou teria de começar o seu jogo do zero.
Infelizmente, parte desses jogos não rodam mais nos computadores porque a diferença de tecnologia é muito grande. Para piorar, a LucasArts, grande produtora de games clássicos, fechou as portas e muitos fãs acreditaram que nunca mais veriam diversos jogos que foram destaques em suas épocas. Mas não há o que temer: existe uma forma de rodar esses games em sua máquina, basta utilizar o programa correto
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Com o D-Fend Reloaded e o ScummVM você pode jogar diversos games clássicos de diversas produtoras, como a LucasArts, Activision Adventure, Adventuresoft, Horrorsoft, Coktel Vision, Revolution Software, Sierra AGI e Sierra SCI. Para melhorar, o D-Fend já vem com um instalador do DOSBox, que permite que você rode jogos de DOS.
Para você jogar os seus games sem problemas, siga o tutorial Aqui!

Shadow of the Eternals: Veja o vídeo com nove minutos de gameplay

Shadow of the Eternals, a sequência espiritual do clássico Eternal Darkness ganhou seu primeiro trailer de gameplay. Confira nove minutos de jogatina deste game episódico.

O novo jogo é uma continuação simbólica de Eternal Darkness, talvez o mais conceituado adventure horror já lançado para o Game Cube. O novo projeto conta com Dennis Dyack, criador de Blood Omen: Legacy of Kain.
Depois do teaser que foi divulgado há alguns dias, eis que temos os primeiros nove minutos de gameplay:



A Precursor Games, produtora novata responsável pela sequência, criou uma campanha de crowdfunding para tentar arrecadar grana para ajudar no desenvolvimento deste game. Os caras estão pedindo U$ 1,5 milhão de dólares.
O jogo seguirá um modelo episódico (parecido com The Walking Dead: The Game) e tratará de temas bem maduros e pesados, levando os personagens ao limite do suspense psicológico e do terror, fazendo jus ao legado de Eternal Darkness.

Shadow of the Eternals será lançado no terceiro trimestre de 2014, para Wii U e PC. Se você era fã do original e se interessou por este novo adventure horror que envolve 2500 anos de história, fique atento!